
Escrito por Fran Flor às 09h49
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Ando sem tempo mas já estou com poemas novos em breve vou postá-los
Escrito por Fran Flor às 09h48
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Escrito por Fran Flor às 10h03
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Flores Flores Flores
Peônia, Crisântemo e Flor de Lótus
Após o coito a insônia branda O Tato no Trato texturas Peônia. Perínea. Objeto e palavras. Vem a música que preenche os cantos da pele, e exita com a alma. A abelha procura mel mesmo nas flores mais exóticas, essas sim as melhores. Imagem obscura escondendo doçura. Como o genital feminino, atraente e estranho. Recorte rosado, Crisântemo. Pronto e quente para causar suicídios. A melhor morte o fim do dissídio. Corpo entregue a inteligência do orgasmo que acreditamos. Por uma única flor cravada no vaso . Despertando a vontade aquém do logos. A falta da dor o excesso. O Ser humano se apresenta. Ser frágil único, intenso. Transcendência. Parte introdutória prólogo. Aconchego em flor de lótus.
Francine Flor agosto 2009
Escrito por Fran Flor às 09h54
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Que venham as paixões enlouquecidas de fim de feira. Que surjam os homens frutas. Para eu me deliciar sozinha e me divertir dançando. Fran FLor Julho 2009
Escrito por Fran Flor às 15h56
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Escrito por Fran Flor às 13h12
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Cena Quando a luz apagou ouvi o barulho dos carros e o som neurótico dos meus pensamentos. A cama não lembrava em nada uma pedra a beira da cachoeira. Meu corpo temia só. Tremia sem o calor do seu. Não havia sol em meu quarto não havia som de rio nos meus pensamentos e nem a sua mão na minha cintura. Eu não era aquela mulher na cama, vazias. Meu coração é como lamparina a óleo. Se deixar cair – incendeia Se descuidar incendeia Se faltar óleo, apaga. Como você me deixou. Só; para escutar os carros . Esperando você no quarto,Igualmente apagado,cheirando ao corpo dela, exalando álcool. Então não havia ninguém para acender a lamparina. Na cama vazia corpos estranhos. Um som distante e irreconhecível. Foi quando resolvi colocar o Pavil no bolso e sair daquele quarto. Para encontrar a luz do Sol. Será que ele está lá ? Que poderei procurar com o Pavil no bolso ? Esperarei ... Abraçada a mulher que amo. A minha frágil flor dente de leão. Não vou perdê-la, E carregá-la forte para quando a luz no quarto voltar. Junho 2009
Escrito por Fran Flor às 11h59
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Cristina Você como nascente d´água, pura que vai dar em rio. Toda nascente tem muitos desafios, tem muita vida e pouca força ainda. Nem toda nascente, sabe se vai ser logo, apenas bica ou lagoa. Você é nascente que dá em Rio, que passa as águas em pedras. Tem as partes mais rasas outras profundas, cheia de peixes, Alimenta aos homens e aos animais, mata a sede e banha. Você rio que diz a mata por onde seguir. Canta com seus pássaros, feliz. Dança com os barcos É s a matriz Você rio grande que encanta Mais que canta Faz brotar nas margens da natureza faz a rima. Eu sou só a flor na beira. Tuas águas me cativam. Vou te ver entrar no mar. E ser inteira Cristina. Junho 2008 Nú Artístico Não me interrompa. Quero agora contemplar a cidade. Ela está nua como eu. Quando me intervalo nos seus braços Não me comova Quero ver por onde a cidade anda. Porque ela passa na realidade que me faz rir. E chora a cidade, enquanto transito em minha paz. Não me faz cair. Se mau traço anda. Ele é cinza O pincel espana Minha nudez é colorida. A pintura sorri desumana Eu espaços na sua cama. Mas válidos Minha tinta sangue no vazio. Pedaços Pontos Eu. O você E um bastidor esperando crochês.
Junho 2009 *Livremente inspirado em Adriana Furim
Escrito por Fran Flor às 11h56
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Lembranças Feitas de cartolina Eu sou uma mamãe, Eu tenho prazer, em ficar horas alternando Entre, ajuntar brinquedos,imaginar brincadeiras ou só observando o play ground. Respondo perguntas mais intrigantes, mais criativas e tão importantes quanto às de um vestibular. Eu já pisei em carrinho, em hominho e machuquei o pé em pecinhas de monta- monta. Já contei histórias sobre tudo... - Porque a noite chega? - Porque o sol acorda? - Porque cachorro faz cocô na rua? - Porque a mamãe vai trabalhar? - Cadê meu papai? - Porque menino não usa batom, e a mocinha da novela ta chorando? - Porque sou menininho e não neném? Eu mamãe respiro mais lento, sorrio mais lento. Choro bem longe, canto bem baixinho. Só a mamãe brinca de carrinho, de garagem de lutinha. E faz comidinha porque a mamãe já foi menininha. Eu mamãe coleciono lembranças feitas de cartolina. Tenho uma cara feia com mal criação. E menininho inteligente sabe que é só para educação. Sou uma mamãe quando acordo e durante várias vezes por dia. Mesmo quando a palavra some dos ouvidos ela permanece comigo. E no meu mundo de roupinhas coloridas. Já cantei música infantil debaixo de chuva com neném no colo. Já cantei música infantil para levantar da cama. Uma mamãe sabe todas as músicas infantis. Já consolei porque o capitão América quebrou a perna. O carrinho acabou a pilha A bexiga de cachorrinho estourou. Finalmente sou uma mamãe na hora de dormir. -Mamãe faz pacotinho. - Mamãe põe musiquinha. - Eu também te amo mamãe. Francine Flor maio de 2009 
Escrito por Fran Flor às 16h50
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Primeiro de 2009
Olhar carregado O vento bateu muito forte de repente, não dando tempo para que eu fechasse as janelas. Com tanta coisa para ele levar, levou de mim seus olhos. Com tanto para levar de você, carregou com ele seu olhar. O tronco daquela árvore que você via da janela, apodreceu . E você se entristeceu porque não pode mais ouvir o canto do passarinho que lá morava. Seu ser começou a se desmontar junto com a árvore. Eu não disse, mas vi enquanto desmontava. Não quis te dizer antes. Mas os galhos da árvore já haviam caído. As folhas estavam no chão, e supus que você se contentaria com o cheiro do adubo. Sem o olhar fica difícil seguir. Sem ele que deixa o ser rico por dentro. Como deixar entrar riqueza de fora? Sem esse olhar que a ventania levou. Como pegar em tintas para colorir horizontes? Quero lembrar que seu corpo permanece inteiro, querido amigo sol. E longe dessa casa triste, ainda pode deixar o som vibrar em seus quadris. Para despertar em ti, os “seu” próprios amores. E algum desejo de reconstruir... Um horizonte para o sol se pôr e depois surgir. Como pede a natureza. Então quem sabe o vento retorne como brisa para te devolver o olhar. Você vai rever o mar, e aquela flor esquecida que nasce a beira. Resistindo, flor só para ver o sol. Janeiro 2009
Escrito por Fran Flor às 17h07
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Vai passar nessa avenida o samba popular...
E Fevereiro passou...
Esse ano resolvi não fazer nada no aniversário agradeço aos amigos que lembraram e as mensagens de carinho que recebi, mas estou “em construção”, e tentando reservar as energias. Esse mês comecei finalmente, a escrever um livro já terminei o primeiro capítulo e não será de poesias. Demais, a saudade vem me consumindo e apesar dos conflitos estou em paz só na expectativa de que as mudanças venham para melhorar. Tenho conhecido pessoas curiosas, interessantes mas até esse movimento que antes para mim era apaixonante tem perdido o sentido gradualmente. Me sinto feliz apesar de angustiada e completa apesar de sozinha. É isso, logo vem poesias novas por ai. 
Escrito por Fran Flor às 10h48
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Escrito por Fran Flor às 15h40
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A Bela e a, procura tardia
Nada de mais absurdo ela já havia me contado, que em um sonho sem ter certeza se provocado por outras substâncias a Bela pensou ter sido a outra mulher que há dentro dela.
Me disse, eufórica sem saber remontar com exatidão as falas e as faces desse sonho, mas conseguiu expressar sua vontade.
Implorou-me que a ajudasse, e confessou baixinho.
- Cometi um crime flor. E agora me botaram aqui, e não dá para eu consertar. Procura ele para mim flor, por favor.
Eu disse:
-Bela! Como assim se ele estava no seu sonho chuchu.
Eu não iria dizer para ela. Você está louca ! Quer que eu encontro um homem de um sonho! (Afinal já estávamos na ala de psiquiatria).
Qual o crime então nem ousei saber, vindo de alguém que à dois dias estava internada em circunstâncias não esclarecidas, ou melhor dizendo que de uma hora outra aparece no hospital com uma dor no peito e uma faca "imaginária" cravada no mesmo, bom daí querer saber o crime que teria cometido a um homem que ela não tem certeza que existe algo bastante difícil para uma pobre amiga solidária assimilar.
Mas tenho minhas dívidas com ela e prometi ajuda-la.
- Diz-me então um pista qualquer, o lugar o nome o dia se puder lembrar o assunto.
- Só me lembro de falarmos de índios, estávamos no meu bar favorito aquele que você foi comigo, um nome, agora um nome vou lembrar Felipe !! Ah flor encontre o Felipe para mim.
Respondi.. - Ok, vejo, se consigo.
E fui embora do hospital pesarosa porque quero ajudar minha amiga, mas sem muita esperança. Outra hora, volto e pergunto mais coisas, quando ela estiver melhor.
Agora não há nada a fazer, não posso sair por ai botando anúncio no Jornal "Felipe se estiver procurando por Bela apesar do que tenha acontecido, mande um e-mail para mim francineflor@uol.com.br".
E ai quanto Felipes existirão no mundo que poderão fazer a graça de escrever e como saberei qual é o Felipe certo.
Vou esperar por enquanto.
Escrito por Fran Flor às 15h36
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Na espera de um 2009 mais tranquilo e com realizações concretas dos sonhos mais absurdos, quem sabe.
Tô nesse caminho agora torcendo para a minha instabilidade por sabores não me trair e atrair para dessabores que eu propria explicaria mas não contaria.
Me defendendo de mim e bem mais calma por hora.
Lá lá lá vai a Flor
Venha 2009 com felicidade
Bem Vindo 2009 !!!
Bem Vindo 2009 !!!
Escrito por Fran Flor às 12h39
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Eu nas Satyrianas em Outubro de 2008
Escrito por Fran Flor às 14h29
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