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Conteiro da Flor




Escrito por Fran Flor às 14h21
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PUXA EM 2011 NÃO POSTEI NADA !!

E NÃO FOI POR FALTA DE PRODUÇÃO EM !! ESCREVI COISAS BASTANTE "BACANAS" EM 2011

AQUI VAI UM POEMA DE 2011. ESSE POEMA POR SINAL GOSTO MUITO.

 

Poema não declamado

 

Segui pontos jogados tentando traçar um eixo retilíneo.

E minhas pernas que preferiam nuvens,

Me levaram a ti como criança chorosa.

 

Cega, ébria, etílica

Duvidosa.

Perdida.

Flor.

 

Agora ergo-me em ramo.

O sorriso, ostento em plácido.

E abraço-o,

Encaro-o

Acolho-o nu em meu ventre.

Para acarinhar sua face.

Sua pele sensível.

Que se fere ao toque das minhas unhas rubras.

E não teme o amor que posso dar.

 

Sempre que as nuvens me carregam para longe.

Lembro que volto.

Ao nosso fruto amadurecimento.

Ao leito compartilhado.

Ao nosso amor nunca jurado.

Nunca cobrado.

Sempre vivido.

Regado, dividido.

Respeitado

Para ser em segredo,

Compartilhado.

Ser poema não declamado.

 

Fran Flor OUTUBRO 2011

 



Escrito por Fran Flor às 14h19
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Voltei Voltei ! Tive uns problemas com meu e-mail mas vou voltar a blogar já !!!

Essa cartinha escrevi para uma amiga querida que estava grávida e cheia de insegurança pois seria mãe sozinha, depois de um tempo emprestei para um colega de trabalho cujo a esposa havia acabado de ganhar neném e estav muito fragilizada, depois de um tempinho ela me devolveru a carta com um bilhetinho muito fofo agradecendo as palavras que a ajudaram a entender o momento que estava passando ...

Segue:

 

PARA A JOVEM MÃE RECÉM NASCIDA

São as primeiras horas você vai saber quem é, mas questionará todo o porque de sua existência até aqui. Vai olhar para trás, mas tente não fazê-lo.

Vai olhar para frente e agora com demasiada fragilidade.

O Olhar para frente vai fazê-la insegura, impotente . Quando olhar para os braços vai entender o motivo.

O menino no seu colo esse será toda a razão certa e incerta da sua vida.

Esse será uma outra, pessoa e o único projeto que por mais que você planeje e acerte você nunca saberá exatamente o que vai ser.

A certeza só um amor incontrolável daqui para frente.

Até ele fazer uma semana voe vai esquecer o que é noite o que é dia vai descobrir que seu corpo tem uma força e é guiado pela lei natural dos sentimentos humanos.

Vai entender o segredo o super poder de ser mulher.

Ele não tem os sentidos formados ainda e a única forma de comunicação com o mundo será através de você.

E então você vai pensar.

- Meu Deus! Vai ser assim para sempre !

Como vou abrir mão de tudo! De mim ! Para o resto da vida ?!

Você vai questionar o seu amor e vai se culpar por isso, mas não se preocupe, logo vai compreender que frágil foi aquela mulher que você conheceu até agora. 

Começa um novo ato.

Essa mulher é outra, que dói para aparecer mas já está aí, essa mulher é a MÃE.

Aquela mesmo. Aquela que você não deu muita importância as vezes quando era criança.E mesmo que seja duro de admitir, a sua mãe vai estar em você, mais do que esteve em toda a sua vida.

E mesmo quando você for dormir dolorida, acordar cansada, tente relaxar e sorrir e pensar que faltam 3 dias para uma semana.

Depois dessa semana o seu corpo ainda estará fraco mas você já vai conseguir  olhar para fora, sair até a calçada vai perceber que sim ! Você vai poder sair de casa.

E os mamilos vão começar a doer e você vai sentir mais “bebê” do que seu bebê e não tenha vergonha viu !

  Ligue para as suas amigas, conte para suas rimas , para as tias sua mãe. Bote para fora  tudo, tudo o que sente.

Porque quando você olhar para a carinha do Tomás pense que ele não vai querer ver a mãe dele com carinha de triste e seu rosto é a única coisa que ele consegue enxergar nos primeiros dias.

Se tiver entediada, sozinha angustiada ande pela casa com ele no colo e cante, converse, leia em voz alta, conte histórias.

Você vai começar a encontrar a sua mulher e a mãe que o Tomáz vai ter,  e vocês dois vão começar a se reconhecer.

Curta tudo, o cheiro de leite na roupa, o chuveirinho de xixi logo depois do banho, gorfadas ... Quando menos esperar já vai estar pós graduada em lavar manchas de coce de todos os tipos rsrs.

E sempre, sempre que você achar que não vai agüentar sozinha que é demais põe uma música que você gosta e dança com ele no colo só vocês dois e lembra que a sua mãe passou por isso, e a mãe dela e tantas outras mulheres e que antigamente elas não tinha nem com quem compartilhar, e que antigamente mulher não tinha o direito de pensar a respeito,  se era mãe e pronto.

Ah estou escrevendo e esqueci de te avisar,  já passou um mês !

Os sentimentos ainda vão estar confusos, mas agora seu bebê é o mais lindo e você quer compartilhar.

Vocês já vão ter seus próprios códigos, não force e não se insegure eles vão surgir naturalmente.

Enfim dizem, que até ele completar três meses esse período é chamado pelos médicos de segunda fase da gravidez vocês ainda estarão muito conectados e aos poucos os espaços serão encontrados, vocês ainda serão um em corpos separados e o corpo e cabeça precisa desse tempo para entender, seu filho está no mundo é outro ser.

È preciso lembrar o tempo todo só que a mulher mais linda, mais sexy, inteligente, companheira, divertida, amiga, filha, irmã, essa mulher só vai estar guardadinha para voltar ainda mais amiga  sexy, filha, irmã,inteligente, companheira, divertida agora com um tempero especial, mais,  muito mais, corajosa.

Carregando um segredo especial do amor mais perfeito que é dado aos homens.

Que é como o calo nos dedos dos músicos.

Um sacrifício necessário para compartilhar um amor maior.

O segredo da dor para todo o amor que é ser mais uma mulher/mamãe.

 

Francine Flor dezembro de 2010

 

Em breve eu volto com novidades de poesias ... : ) bjos

 

 

 



Escrito por Fran Flor às 14h00
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Sob o vento

 

Tenho minhas dúvidas a tempos,

do lado de cá só visualizo um morro verde.

Não sei mais o que bate em meu peito.

A porta está fechada.

Há grades por onde vejo um pouco de emoção

E então vi passar por aqui um beijo  flor.

Asinhas rápidas, parou ,sugou e foi-se.

Levou um restinho de mel que pensei  não mais possuir.

E serviu para confirmar que é hora de murchar.

Dar fruto.

Infelizmente a boa época da doçura da primavera acabou.

Permanecerei só para criar casca.

Polpa, sementes.

Uma fruta menos amarga espero.

Para alimentar pássaros

Ou homens de bom caráter.

Para tornar-se novamente uma árvore.

Sob o vento .

Para ser novamente o mesmo ser que dormia em paz.

Ver  toda a floresta.

E retirar essa cerca que protege.

 

Fran Flor dezembro 2010

 



Escrito por Fran Flor às 11h33
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PENSANDO POESIA - TEAR

Gritar é sempre muito interessante !

Berrar Pooorra !

Uma pausa bem audível.

Porque essa urgência ?

Porque a aparência desejada ?

Massacramos a audiência esperada.

Massacra todos os porquês mínimos da rotina.

Faça, faça, seja.

Grite, grite, gol.

Gêma.

É necessário deixar a música entrar até a alma.

Informação, Informação !

Então levanta uma espada.

Do bolso sai uma caneta.

Contra quem ?

Moinhos.

Sou eu de vento.

São todas as coisas que me perseguem.

Uma guerra infinda das informações na minha mente.

E a necessidade é passar adiante.

A caneta no papel como um tear alucinante.

Tecendo figuras, mas querendo tear com letras.

 

A dor da tortura constante.

Tão cruel quanto a física

Essa tortura contínua da mente querendo libertar-se

Em qualquer momento da  vida.

Então a alternativa ao pensamento, surge  arte.

Estamos livres !

Demais ao entendimento.

Artistas entregam o corpo a tudo.

Inventamos as fugas.

A minha,  dá –se em letras

Passo a falar de coisas que emocionam de fato.

Pego o tear e escrevo.

Com ciúmes da pintura simples, do balanço do ouvir cadenciado.

A “filosovida”  de ontem.

Que vem da terra

Da rotina ao canto.

E a poesia para emocionar.

 

Quanto as palavras, o que me resta,

tear com elas.

Despertar emoções de fato.

Para quem ouvir ?

Pontos pequenos de crochê.

Falo de cheiros, visões amores.

Clichês do ser humano

Falo demais,

Palavras para serem lidas.

Minhas mortes, intenções em sílabas.

 

Fran Flor março 2010



Escrito por Fran Flor às 12h22
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Mini Conto futurista
O dia que te conheci.
Os dias que te desconheci.
Um botão . a questão, apertá-lo ou não ?
Teorias da ficção científica e a constatação de que elas podem se confirmar.
Pois bem Mon Ami, fez me esquecer até do tempo e não me lembro nem mais do teu nome !!!
A vida não mudou então !
nem com seu provincianismo interferindo no meu bastidor colorido.
Pequenos lapsos, farpas que entran nos dedos e o alívio de tirá-los.
O gosto pelo que não existe me acompanha desde a infância.
E deve ser por essa razão, que me enfio em buracos negros e me atento a músicas minimalistas.
Fran Flor - novembro 2010




Escrito por Fran Flor às 13h02
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Mais uma vez me encontro com essa minha cohecida, que não cansa, conto segredos verdadeiramente femininos quer ouvi-los senhora INVEJA ?
Hum, então desista da sua pequenês egoísta.

Permita - se ver como eu ou então me deixe seguir com a leveza própria dos libertos e das grandes mães. Mulheres com biografias proibidas aos seus olhos, então feche a boca senhora não canse, gastando palavras ou brados, não vale a pena comigo.

Te convido dançar ou então calar-te.

Só não me atormente.



Escrito por Fran Flor às 18h55
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Quando nos tornamos adultos pensamos que a alto suficiência vem naturalmente, mas de repente questionamos e percebemos que os livros nem sempre trazem as respostas para tapar o buraco da angustia, das dúvidas dos anseios.   

Então procuramos a espiritualidade,  mentores, amigos. Para perceber um princípio contrário a Nietzche de que os problemas não são os outros os problemas muitas vezes  guardamos dentro de nós.  

 



Escrito por Fran Flor às 15h00
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O POEMA de ONTEM

O POEMA de ONTEM

O que faço ?

Desvaneço contratos.

Tranço a tempos tropeçando em raízes amostras.

Sou a mesma menina ao pé da seringueira,

Na rua sem saída.

A mesma,  fitando impassível o morro.

Vezes avermelhado.

Deixando buracos com os saltos dos sapatos.

Torno-me verbo todo o tempo.

Caída, misturada assim. No barro.

Ao que não tomou forma e nem tomará.

Cavando a busca de algo,

Um sentido calêndoscópio.

Tocando as gramas que vêem com a erosão.

Preencho a terra com as minhas faces.

O coração, observo sumir com os balões.

Para além da copa da seringueira.

O meu corpo é o mesmo

 barro seco e areia.

Fran Flor Agosto 2010



Escrito por Fran Flor às 17h10
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A outra parte

 

Passos viram letras, as alegrias minha pele .

Marcas de dor, as mais profundas tornam-se  tatuagens para um corpo que dança.

A música, uma só.

E queria poder tocá-la em notas.

Falar sobre os sonhos ou sobre quando os perdi.

Escrever sobre multiversos.

E dizer sobre as partes humanas e coloridas de um quadro de Picasso.

De livros que compõem a estante dos meus pensamentos.

Porque quando penso que há muito tempo.

Me inseguro.

Quando diz do seu coração, o meu se fecha.

Não olho nos seus olhos.

Porque falo com as mãos.

E me sinto amarrada.

Meu coração não tem porções exatas.

Tampaste a chaleira pelo bico

Enquanto me  ebuliço.

A proporção das minhas pegadas só é diferente dos meus pés cambaleantes.

E não perdidos.

Troquei os sonhos pela exatidão dos gritos.

Enquanto espero que troque a roupa.  

Salto.

Porque não sei ser a outra.

Parte que não encaixa.

Sou nota inteira não sustenido.

 

Fran agosto 2010



Escrito por Fran Flor às 13h49
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EU, EM PRETO E BRANCO

DOMINGO COMEÇOU SOB O SOM DO MEU RÁDIO ANOS 30, MISTURADO  AO CHICO TOCANDO NA TELEVISÃO.

jÁ HAVIA SOL LÁ FORA.

E VOZ QUE VIBRA PARA PÉS DISTRAÍDOS...

 



Escrito por Fran Flor às 10h40
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Eu sou todo o sentimento,
objeto.
Dos desejos, só há força.
Cuidadora de Índio.
Eu falo com menino,  escuto criança em meu caminho.
Canto, danço, substantivo impróprio.
Eu participío.
 
Fran Flor


Escrito por Fran Flor às 18h20
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Só de olhar para elas ..

Esse texto já postei antes no Blog, emprestei para o Blog Todas as Marias e Clarices e resolvi postar novamente pois apesar de ele já ter uns 7 anos continua bem atual:

Só de olhar para elas ...

A partir de uma grande reflexão, sobre a condição da Mulher, os estereótipos dos desejos masculinos sobre as mesmas, e um programa que vi na Tv cultura, que tentei responder a seguinte pergunta: O que as mulheres querem? A resposta veio no programa de Tv, e a interpretação eu diria ser quase que poética... "As mulheres querem o mesmo que os homens e todo ser humano, as mulheres desejam ser felizes". Mas fica difícil, pois hoje quando a mulher que opta pelo seu desejo se arrisca, não escapa de ser tachada com algum estereotipo "Machista", dos vários que conhecemos. Particularmente, acrescento que essa "felicidade feminina" está ligada tanto ao seu desejo de poder transitar, escolher, sonhar em Ser a "Grande Mãe Lilith" ou "A dedicada Virgem Maria". E ainda sim encontrar um cúmplice, um homem que deixe de ser o pacato Super Homem para ser o estratégico Lex Luthor. Condenamos Alguns Rituais Africanos, mas cortamos os clitóris de nossas mulheres ocidentais com um sadismo considerável, escrevo isso na primeira pessoa do plural, porque está cheio de mulher reacionária e machista. Por falar em clitóris, às vezes, parece que alguns dos homens os cortam pela simples vontade de tê-los ( não falo dos homossexuais, aliás para esses tiro meu chapéu tem muito mais coragem e reconhecem seus prazeres), falo dos que tem o prazer adolescente em se gabar, ou ficar procurando Genís, Amélias, Marias Madalenas, Imaculadas.Enquanto que as mulheres permanecem tristes como a Tigresa de Caetano Veloso, fortes, confusas e, às vezes, vingativas como as de Chico Buarque e querem ser reconhecidas com a sensibilidade de Saramago quando escreve sua Maria Madalena. E por que não? Falar com elas como fez Almodóvar.A resposta segundo o Jornalista Fernando Bonassi (que não é nenhum especialista, mas tem mandado muito bem nesse assunto) está justamente aí, devemos melhorar nossas relações humanas através do diálogo, o resultado só tende a ser positivo principalmente para a mulher.Enfim quando se trata de mulher, essa questão é milenar, a Ciência e a Literatura tentam entender, mas debalde. Quem mais avançou foi a Psicanálise e o próprio Sigmund declarou no final da vida que morre tentando e deixando essa função aos poetas.

Por Francine Flor.



Escrito por Fran Flor às 09h40
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cuidadora

 

Cuidando de índio, vendo ele crescer...

Libertando sorrisos meus...

de mais. ..

Um.

Poesias para todos.

 

 

 

 



Escrito por Fran Flor às 15h33
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.... Verdadeiros, são todos os relacionamentos que mantemos com respeito, verdade e amor , que amamos em reciprocidade.
 
Ninguém vive só,
Tolo o que acredita que sozinho se chega a algum lugar...
 
Eu tenho caminhado anos em meses com muita alegria e muito bem acompanhada por passarinhos, deus de amor, irmãos de sangue e de coração.
 
E da melhor compania que é de Deus e a fé que acalentamos.


Escrito por Fran Flor às 14h21
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